

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) trabalha na assistência às comunidades mais vulneráveis, em um cenário marcado por desafios globais, pelo aumento de conflitos armados e de necessidades humanitárias, além do agravamento da crise climática.
A atuação está destacada no Relatório Anual do UNOPS (disponível em inglês). De acordo com o documento, a organização ofereceu apoio técnico, operacional e logístico por meio de mais de 1.100 projetos em 130 países e territórios.
O total investido em iniciativas de resposta humanitária, desenvolvimento sustentável, paz e segurança foi de aproximadamente US$ 2,7 bilhões. A maior parte desses projetos foi implementada em resposta a conflitos e crises, inclusive em áreas de alto risco.
“Em um contexto de desafios globais, o UNOPS fez o que sabe fazer de melhor: ajudar comunidades necessitadas em todo o mundo por meio de soluções práticas e ágeis”, afirmou o diretor executivo do UNOPS, Jorge Moreira da Silva.
Segundo o relatório:
O UNOPS prestou apoio a comunidades afetadas por crises no Afeganistão, na Faixa de Gaza, no Haiti, na Jamaica, na Ucrânia, em Myanmar, no Sudão e no Iêmen.
Dois terços do trabalho do UNOPS foram desenvolvidos em situações complexas, em consonância com o seu compromisso contínuo de atuar em alguns dos contextos mais desafiadores do mundo.
Por meio de seus projetos, a organização gerou cerca de 26 milhões de dias de trabalho remunerado para as comunidades locais – incluindo as populações mais pobres -, dos quais 10 milhões foram destinados a mulheres.
No Brasil, o UNOPS tem atualmente 17 projetos em implementação, entre eles, a conclusão das obras da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e a construção de 62 escolas indígenas e quilombolas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O Escritório também operacionaliza o Programa Nosso Chão, Nossa História, que promove a reparação dos danos morais coletivos decorrentes do desastre da mineração em Maceió.
Fonte: brasil.un.org
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